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LIVRETO CELEBRATIVO| 13° Semana do Tempo Comum




LIVRETO CELEBRATIVO

 13° SEMANA DO TEMPO COMUM  
02.07.2026


RITOS INICIAIS
CANTO DE ENTRADA

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

ANTÍFONA DE ENTRADA 
(Cf. Sl 42,2)


Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
Povos todos do universo, batei palmas,
gritai a Deus aclamações de alegria.


SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: A graça e a paz de Deus, nosso Pai, e de Jesus Cristo, nosso Senhor, estejam convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.


ATO PENITENCIAL

Pres.: Senhor Jesus, que nos convida à mesa da Palavra e da Eucaristia, nos chama a segui-lo fielmente. Reconheçamos ser pecadores e invoquemos com confiança a misericórdia do Pai.

Após um momento de silêncio:
Pres.: Confessemos os nossos pecados:

Todos:
Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs,
que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras,
atos e omissões, e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa,
Em seguida, continuam: E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.

Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.

Segue-se as invocações do Kyrie ou Senhor tende piedade



ORAÇÃO COLETA

Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote abrindo os braços reza:
Ó Deus, pela graça da adoção nos tornastes filhos da luz;
concedei que não sejamos envolvidos pelas trevas do erro,
mas permaneçamos sempre no esplendor da verdade.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus,
e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos
℟.: Amém.



LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA


Leitor: Leitura da Profecia de Amós
Naqueles dias,

Amasias, sacerdote de Betel,
mandou dizer a Jeroboão, rei de Israel:
"Amós conspira contra ti,
dentro da própria casa de Israel;
o país não consegue evitar
que se espalhem todas as suas palavras.

Ele anda dizendo:
"Jeroboão morrerá pela espada,
e Israel será deportado de sua pátria, como escravo'".

Disse depois Amasias a Amós:
"Vidente, sai e procura refúgio em Judá,
onde possas ganhar teu pão e exercer a profecia;

mas em Betel não deverás insistir em profetizar,
porque aí fica o santuário do rei
e a corte do reino".

Respondeu Amós a Amasias, dizendo:
"Não sou profeta
nem sou filho de profeta;
sou pastor de gado e cultivo sicômoros.

O Senhor chamou-me, quando eu tangia o rebanho,
e o Senhor me disse:
'Vai profetizar para Israel, meu povo'".

E agora ouve a palavra do Senhor.
"Tu dizes:
'Não profetizes contra Israel
e não insinues palavras contra a casa de Isaac'.

Pois bem, isto diz o Senhor:
'Tua mulher se prostituirá na cidade,
teus filhos e filhas morrerão pela espada,
tuas terras serão tomadas e loteadas;
tu mesmo morrerás em terra poluída,
e Israel será levado em cativeiro
para longe de seu país'".
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.



SALMO RESPONSORIAL


℟.:Os julgamentos do Senhor são corretos
    e justos igualmente.


A lei do Senhor Deus é perfeita, *
conforto para a alma!
O testemunho do Senhor é fiel, *
sabedoria dos humildes. ℟.:


Os preceitos do Senhor são precisos, *
alegria ao coração.
O mandamento do Senhor é brilhante, *
para os olhos é uma luz. ℟.:


É puro o temor do Senhor, *
imutável para sempre.
Os julgamentos do Senhor são corretos *
e justos igualmente. ℟.:


Mais desejáveis do que o ouro são eles, *
do que o ouro refinado.
Suas palavras são mais doces que o mel, *
que o mel que sai dos favos. ℟.:





ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
(2Cor 5,9)

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
 Em Cristo, Deus reconciliou consigo mesmo a humanidade;e a nós ele entregou essa reconciliação.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Diác.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Sac.: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
(Mt 9,1-8)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.:
O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo,

entrando em um barco,
Jesus atravessou para a outra margem do lago
e foi para a sua cidade.

Apresentaram-lhe, então, 
um paralítico deitado numa cama.
Vendo a fé que eles tinham, 
Jesus disse ao paralítico:
"Coragem, filho, os teus pecados estão perdoados!"

Então alguns mestres da Lei pensaram:
"Esse homem está blasfemando!"

Mas Jesus, conhecendo os pensamentos deles, disse:
"Por que tendes esses maus pensamentos em vossos corações?

O que é mais fácil, dizer:
'Os teus pecados estão perdoados',
ou dizer: 'Levanta-te e anda'?

Pois bem, para que saibais que o Filho do Homem
tem na terra poder para perdoar pecados,
- disse, então, ao paralítico -
"Levanta-te, pega a tua cama
e vai para a tua casa".

O paralítico então se levantou, 
e foi para a sua casa.

Vendo isso, a multidão ficou com medo
e glorificou a Deus,
por ter dado tal poder aos homens.
℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.


Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.

HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.


ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: Ó Deus, que nos assegurais
os frutos dos vossos mistérios,
fazei que nosso serviço corresponda à santidade dos vossos dons. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém


 ORAÇÃO EUCARÍSTICA II 


Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.

Na verdade, é digno e justo,
é nosso dever e salvação dar-vos graças
sempre e em todo lugar,
Senhor, Pai santo,
por vosso amado Filho, Jesus Cristo.

Ele é a vossa Palavra,
pela qual tudo criastes.
Ele é o nosso Salvador e Redentor,
que se encarnou pelo Espírito Santo
e nasceu da Virgem Maria.
Ele, para cumprir a vossa vontade
e adquirir para vós um povo santo,
estendeu os braços na hora da sua paixão,
a fim de vencer a morte
e manifestar a ressurreição.

Por isso,
com os Anjos e todos os Santos,
proclamamos vossa glória,
cantando (dizendo) a uma só voz:
℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
CP Na verdade, ó Pai, vós sois Santo,
fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
CC Santificai, pois,estes dons,
derramando sobre eles o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós
o Corpo e o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.

     A assembleia aclama:
    Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como
requer a sua natureza.

Estando para ser entregue
e abraçando livremente a paixão,
toma o pão
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

Jesus tomou o pão,
pronunciou a bênção de ação de graças,
partiu e o deu a seus discípulos.

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração..

Então prossegue:
Do mesmo modo,
no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

ele tomou o cálice em suas mãos
e, dando graças novamente,
o entregou a seus discípulos,
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Mistério da fé!

     A assembleia aclama:
    Anunciamos, Senhor, a vossa morte
    e proclamamos a vossa ressurreição.
    Vinde, Senhor Jesus!


O sacerdote, de braços abertos, diz:
CC
Celebrando, pois, o memorial
da morte e ressurreição do vosso Filho,
nós vos oferecemos, ó Pai,
o Pão da vida e o Cálice da salvação;
e vos agradecemos
porque nos tornastes dignos
de estar aqui na vossa presença e vos servir.

     A assembleia aclama:

    Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Suplicantes, vos pedimos
que, participando do Corpo e Sangue de Cristo,
sejamos reunidos pelo Espírito Santo
num só corpo.

     A assembleia aclama:
    O Espírito nos una num só corpo!

1C Lembrai-vos, ó Pai,
da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro;
que ela cresça na caridade,
em comunhão com o Papa N.,
com o nosso Bispo N.*,
os bispos do mundo inteiro,
os presbíteros, os diáconos
e todos os ministros do vosso povo.

(*) Aqui pode-se fazer menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 149.

     A assembleia aclama:

    Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

2C. Lembrai-vos também, na vossa misericórdia,
dos (outros) nossos irmãos e irmãs
que adormeceram na esperança da ressurreição
e de todos os que partiram desta vida;
acolhei-os junto a vós
na luz da vossa face.

     A assembleia aclama:
    Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

3C Enfim, nós vos pedimos,
tende piedade de todos nós
e dai-nos participar da vida eterna,
com a Virgem Maria, Mãe de Deus,
São José, seu esposo, os Apóstolos,
(São N.: Santo do dia ou padroeiro)
e todos os Santos que neste mundo
viveram na vossa amizade,
a fim de vos louvarmos e glorificarmos
une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
CP ou CC
Por Cristo,
com Cristo,
e em Cristo,
a vós, Deus Pai todo-poderoso,
na unidade do Espírito Santo,
toda honra e toda glória,
por todos os séculos dos séculos.

     A assembleia aclama:
    Amém.


RITO DA COMUNHÃO

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Obedientes à palavra do Salvador
e formados por seu divino ensinamento,
ousamos dizer:

Ou:
Rezemos, com amor e confiança,
a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:

Ou:
Somos chamados filhos de Deus
e realmente o somos,
por isso, podemos rezar confiantes:

Ou:
O Senhor nos comunicou o seu Espírito.
Com a confiança e a liberdade de filhos e filhas, digamos juntos:

Ou:
O banquete da Eucaristia é sinal de reconciliação
e vínculo de união fraterna. Unidos como irmãos e irmãs,
rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:

Ou:
Guiados pelo Espírito de Jesus e iluminados pela sabedoria
do Evangelho, ousamos dizer:

Ou:
Guiados pelo Espírito Santo, que ora em nós e por nós,
elevemos as mãos ao Pai e rezemos juntos a oração
que o próprio Jesus nos ensinou:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

Pai nosso que estais nos céus,
santificado seja o vosso nome;
venha a nós o vosso reino,
seja feita a vossa vontade,
assim na terra como no céu;
o pão nosso de cada dia nos dai hoje;
perdoai-nos as nossas ofensas,
assim como nós perdoamos
a quem nos tem ofendido;
e não nos deixeis cair em tentação,
mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:

Livrai-nos de todos os males, ó Pai,
e dai-nos hoje a vossa paz.
Ajudados pela vossa misericórdia,
sejamos sempre livres do pecado
e protegidos de todos os perigos,
enquanto aguardamos a feliz esperança
e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:

Vosso é o reino,
o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Senhor Jesus Cristo,
dissestes aos vossos Apóstolos:
Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz.
Não olheis os nossos pecados,
mas a fé que anima vossa Igreja;
dai-lhe, segundo o vosso desejo,
a paz e a unidade.

O sacerdote une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.

O povo responde:

Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
O amor de Cristo nos uniu.

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:

Irmãos e irmãs,
saudai-vos em Cristo Jesus.

Ou:
Como filhos e filhas do Deus da paz,
saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.

Ou:
Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs
saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.

Ou:
No Espírito de Cristo ressuscitado,
saudai-vos com um sinal de paz.

E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço
no cálice, rezando em silêncio:

Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus,
o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber,
nos faça participar da vida eterna.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Cordeiro de Deus,
que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus,
que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus,
que tirais o pecado do mundo,
dai-nos a paz.

Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar.
Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.


Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:

Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo,
que, cumprindo a vontade do Pai
e agindo com o Espírito Santo,
pela vossa morte destes vida ao mundo,
livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue
dos meus pecados e de todo mal;
dai-me cumprir sempre a vossa vontade
e jamais separar-me de vós.

Ou:
Senhor Jesus Cristo,
o vosso Corpo e o vosso Sangue,
que vou receber,
não se tornem causa de juízo e condenação;
mas, por vossa bondade,
sejam proteção e remédio para minha vida.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.

Ou:

Quem come minha Carne e bebe meu Sangue
permanece em mim e eu nele.

Ou:

Provai e vede como o Senhor é bom;
feliz de quem nele encontra seu refúgio.

Ou:
Eu sou o Pão vivo, que desceu do céu:
se alguém come deste Pão,
viverá eternamente.

Ou:
Felizes os convidados para o Banquete nupcial do Cordeiro.

Eis o Cordeiro de Deus,
que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Senhor, eu não sou digno(a)
de que entreis em minha morada,
mas dizei uma palavra e serei salvo(a).

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:

Que o Corpo de Cristo
me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:

Que o Sangue de Cristo
me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:

o Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:

Amém.
E comunga.

O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.
Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 281-287.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Fazei, Senhor,
que conservemos num coração puro
o que a nossa boca recebeu.
E que esta dádiva temporal
se transforme para nós em remédio eterno.


Após A comunhão reza a oração de comunhão Espiritual .

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!



ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.:
Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Ó Deus, o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo, que oferecemos em sacrifício
e recebemos em comunhão, 
nos transmitam uma vida nova,
para que, unidos a vós pela caridade que não passa, possamos produzir frutos que permaneçam. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.


RITOS FINAIS
BÊNÇÃO FINAL 

Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.:
Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Diác. ou Pres.: Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.

℟.: Graças a Deus!