LIVRETO CELEBRATIVO| 13° Semana do Tempo Comum
LIVRETO CELEBRATIVO
13° SEMANA DO TEMPO COMUM
02.07.2026
RITOS INICIAIS
CANTO DE ENTRADA
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.
ANTÍFONA DE ENTRADA
(Cf. Sl 42,2)
Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
Povos todos do universo, batei palmas,
gritai a Deus aclamações de alegria.
gritai a Deus aclamações de alegria.
SAUDAÇÃO
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: A graça e a paz de Deus, nosso Pai, e de Jesus Cristo, nosso Senhor, estejam convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Pres.: Senhor Jesus, que nos convida à mesa da Palavra e da Eucaristia, nos chama a segui-lo fielmente. Reconheçamos ser pecadores e invoquemos com confiança a misericórdia do Pai.
Após um momento de silêncio:
Pres.: Confessemos os nossos pecados:
Todos:
Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs,
que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras,
atos e omissões, e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa,
Em seguida, continuam: E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.
Segue-se as invocações do Kyrie ou Senhor tende piedade
ORAÇÃO COLETA
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote abrindo os braços reza:
Ó Deus, pela graça da adoção nos tornastes filhos da luz;
concedei que não sejamos envolvidos pelas trevas do erro,
mas permaneçamos sempre no esplendor da verdade.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus,
e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos
concedei que não sejamos envolvidos pelas trevas do erro,
mas permaneçamos sempre no esplendor da verdade.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus,
e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos
℟.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
Leitor: Leitura da Profecia de Amós
Naqueles dias,
Amasias, sacerdote de Betel,
mandou dizer a Jeroboão, rei de Israel:
"Amós conspira contra ti,
dentro da própria casa de Israel;
o país não consegue evitar
que se espalhem todas as suas palavras.
mandou dizer a Jeroboão, rei de Israel:
"Amós conspira contra ti,
dentro da própria casa de Israel;
o país não consegue evitar
que se espalhem todas as suas palavras.
Ele anda dizendo:
"Jeroboão morrerá pela espada,
e Israel será deportado de sua pátria, como escravo'".
"Jeroboão morrerá pela espada,
e Israel será deportado de sua pátria, como escravo'".
Disse depois Amasias a Amós:
"Vidente, sai e procura refúgio em Judá,
onde possas ganhar teu pão e exercer a profecia;
"Vidente, sai e procura refúgio em Judá,
onde possas ganhar teu pão e exercer a profecia;
mas em Betel não deverás insistir em profetizar,
porque aí fica o santuário do rei
porque aí fica o santuário do rei
e a corte do reino".
Respondeu Amós a Amasias, dizendo:
"Não sou profeta
nem sou filho de profeta;
sou pastor de gado e cultivo sicômoros.
"Não sou profeta
nem sou filho de profeta;
sou pastor de gado e cultivo sicômoros.
O Senhor chamou-me, quando eu tangia o rebanho,
e o Senhor me disse:
'Vai profetizar para Israel, meu povo'".
e o Senhor me disse:
'Vai profetizar para Israel, meu povo'".
E agora ouve a palavra do Senhor.
"Tu dizes:
'Não profetizes contra Israel
e não insinues palavras contra a casa de Isaac'.
"Tu dizes:
'Não profetizes contra Israel
e não insinues palavras contra a casa de Isaac'.
Pois bem, isto diz o Senhor:
'Tua mulher se prostituirá na cidade,
teus filhos e filhas morrerão pela espada,
tuas terras serão tomadas e loteadas;
tu mesmo morrerás em terra poluída,
e Israel será levado em cativeiro
para longe de seu país'".
'Tua mulher se prostituirá na cidade,
teus filhos e filhas morrerão pela espada,
tuas terras serão tomadas e loteadas;
tu mesmo morrerás em terra poluída,
e Israel será levado em cativeiro
para longe de seu país'".
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
℟.:Os julgamentos do Senhor são corretos
e justos igualmente.
A lei do Senhor Deus é perfeita, *
conforto para a alma!
O testemunho do Senhor é fiel, *
sabedoria dos humildes. ℟.:
conforto para a alma!
O testemunho do Senhor é fiel, *
sabedoria dos humildes. ℟.:
Os preceitos do Senhor são precisos, *
alegria ao coração.
O mandamento do Senhor é brilhante, *
para os olhos é uma luz. ℟.:
alegria ao coração.
O mandamento do Senhor é brilhante, *
para os olhos é uma luz. ℟.:
É puro o temor do Senhor, *
imutável para sempre.
Os julgamentos do Senhor são corretos *
e justos igualmente. ℟.:
imutável para sempre.
Os julgamentos do Senhor são corretos *
e justos igualmente. ℟.:
Mais desejáveis do que o ouro são eles, *
do que o ouro refinado.
Suas palavras são mais doces que o mel, *
que o mel que sai dos favos. ℟.:
do que o ouro refinado.
Suas palavras são mais doces que o mel, *
que o mel que sai dos favos. ℟.:
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
(2Cor 5,9)
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
Em Cristo, Deus reconciliou consigo mesmo a humanidade;e a nós ele entregou essa reconciliação.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Sac.: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Mt 9,1-8)
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo,
entrando em um barco,
Jesus atravessou para a outra margem do lago
e foi para a sua cidade.
Jesus atravessou para a outra margem do lago
e foi para a sua cidade.
Apresentaram-lhe, então,
um paralítico deitado numa cama.
Vendo a fé que eles tinham,
Vendo a fé que eles tinham,
Jesus disse ao paralítico:
"Coragem, filho, os teus pecados estão perdoados!"
"Coragem, filho, os teus pecados estão perdoados!"
Então alguns mestres da Lei pensaram:
"Esse homem está blasfemando!"
"Esse homem está blasfemando!"
Mas Jesus, conhecendo os pensamentos deles, disse:
"Por que tendes esses maus pensamentos em vossos corações?
"Por que tendes esses maus pensamentos em vossos corações?
O que é mais fácil, dizer:
'Os teus pecados estão perdoados',
ou dizer: 'Levanta-te e anda'?
'Os teus pecados estão perdoados',
ou dizer: 'Levanta-te e anda'?
Pois bem, para que saibais que o Filho do Homem
tem na terra poder para perdoar pecados,
- disse, então, ao paralítico -
"Levanta-te, pega a tua cama
tem na terra poder para perdoar pecados,
- disse, então, ao paralítico -
"Levanta-te, pega a tua cama
e vai para a tua casa".
O paralítico então se levantou,
e foi para a sua casa.
Vendo isso, a multidão ficou com medo
e glorificou a Deus,
por ter dado tal poder aos homens.
e glorificou a Deus,
por ter dado tal poder aos homens.
℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.
HOMILIA
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.
CONVITE À ORAÇÃO
Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
fazei que nosso serviço corresponda à santidade dos vossos dons. Por Cristo, nosso Senhor.
Pres.: Ó Deus, que nos assegurais
os frutos dos vossos mistérios,fazei que nosso serviço corresponda à santidade dos vossos dons. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.
Na verdade, é digno e justo,
é nosso dever e salvação dar-vos graças
sempre e em todo lugar,
Senhor, Pai santo,
por vosso amado Filho, Jesus Cristo.
Ele é a vossa Palavra,
pela qual tudo criastes.
Ele é o nosso Salvador e Redentor,
que se encarnou pelo Espírito Santo
e nasceu da Virgem Maria.
Ele, para cumprir a vossa vontade
e adquirir para vós um povo santo,
estendeu os braços na hora da sua paixão,
a fim de vencer a morte
e manifestar a ressurreição.
Por isso,
com os Anjos e todos os Santos,
proclamamos vossa glória,
Obedientes à palavra do Salvador
e formados por seu divino ensinamento,
ousamos dizer:
Ou:
ⒷRezemos, com amor e confiança,
a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
Ou:
ⒷSomos chamados filhos de Deus
e realmente o somos,
por isso, podemos rezar confiantes:
Ou:
ⒷO Senhor nos comunicou o seu Espírito.
Com a confiança e a liberdade de filhos e filhas, digamos juntos:
Ou:
ⒷO banquete da Eucaristia é sinal de reconciliação
e vínculo de união fraterna. Unidos como irmãos e irmãs,
rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:
Ou:
ⒷGuiados pelo Espírito de Jesus e iluminados pela sabedoria
do Evangelho, ousamos dizer:
Ou:
ⒷGuiados pelo Espírito Santo, que ora em nós e por nós,
elevemos as mãos ao Pai e rezemos juntos a oração
que o próprio Jesus nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Pai nosso que estais nos céus,
santificado seja o vosso nome;
venha a nós o vosso reino,
seja feita a vossa vontade,
assim na terra como no céu;
o pão nosso de cada dia nos dai hoje;
perdoai-nos as nossas ofensas,
assim como nós perdoamos
a quem nos tem ofendido;
e não nos deixeis cair em tentação,
mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Livrai-nos de todos os males, ó Pai,
e dai-nos hoje a vossa paz.
Ajudados pela vossa misericórdia,
sejamos sempre livres do pecado
e protegidos de todos os perigos,
enquanto aguardamos a feliz esperança
e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Vosso é o reino,
o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Senhor Jesus Cristo,
dissestes aos vossos Apóstolos:
Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz.
Não olheis os nossos pecados,
mas a fé que anima vossa Igreja;
dai-lhe, segundo o vosso desejo,
a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
O amor de Cristo nos uniu.
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
Irmãos e irmãs,
saudai-vos em Cristo Jesus.
Ou:
ⒷComo filhos e filhas do Deus da paz,
saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.
Ou:
ⒷEm Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs
saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
Ou:
ⒷNo Espírito de Cristo ressuscitado,
saudai-vos com um sinal de paz.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço
no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus,
o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber,
nos faça participar da vida eterna.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Cordeiro de Deus,
que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus,
que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus,
que tirais o pecado do mundo,
dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar.
Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo,
que, cumprindo a vontade do Pai
e agindo com o Espírito Santo,
pela vossa morte destes vida ao mundo,
livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue
dos meus pecados e de todo mal;
dai-me cumprir sempre a vossa vontade
e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo,
o vosso Corpo e o vosso Sangue,
que vou receber,
não se tornem causa de juízo e condenação;
mas, por vossa bondade,
sejam proteção e remédio para minha vida.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.
Ou:
ⒷQuem come minha Carne e bebe meu Sangue
permanece em mim e eu nele.
Ou:
ⒷProvai e vede como o Senhor é bom;
feliz de quem nele encontra seu refúgio.
Ou:
ⒷEu sou o Pão vivo, que desceu do céu:
se alguém come deste Pão,
viverá eternamente.
Ou:
ⒷFelizes os convidados para o Banquete nupcial do Cordeiro.
Eis o Cordeiro de Deus,
que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Senhor, eu não sou digno(a)
de que entreis em minha morada,
mas dizei uma palavra e serei salvo(a).
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo
me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo
me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
o Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.
O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.
Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 281-287.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor,
que conservemos num coração puro
o que a nossa boca recebeu.
E que esta dádiva temporal
se transforme para nós em remédio eterno.
RITOS FINAIS
é nosso dever e salvação dar-vos graças
sempre e em todo lugar,
Senhor, Pai santo,
por vosso amado Filho, Jesus Cristo.
Ele é a vossa Palavra,
pela qual tudo criastes.
Ele é o nosso Salvador e Redentor,
que se encarnou pelo Espírito Santo
e nasceu da Virgem Maria.
Ele, para cumprir a vossa vontade
e adquirir para vós um povo santo,
estendeu os braços na hora da sua paixão,
a fim de vencer a morte
e manifestar a ressurreição.
Por isso,
com os Anjos e todos os Santos,
proclamamos vossa glória,
cantando (dizendo) a uma só voz:
℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
CP Na verdade, ó Pai, vós sois Santo,
fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
CC Santificai, pois,estes dons,
derramando sobre eles o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós
o Corpo e ✠ o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
A assembleia aclama:
Enviai o vosso Espírito Santo!
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como
requer a sua natureza.
Estando para ser entregue
e abraçando livremente a paixão,
toma o pão
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão,
pronunciou a bênção de ação de graças,
partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração..
Então prossegue:
Do mesmo modo,
no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos
e, dando graças novamente,
o entregou a seus discípulos,
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Mistério da fé!
A assembleia aclama:
Anunciamos, Senhor, a vossa morte
e proclamamos a vossa ressurreição.
Vinde, Senhor Jesus!
CP Na verdade, ó Pai, vós sois Santo,
fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
CC Santificai, pois,estes dons,
derramando sobre eles o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós
o Corpo e ✠ o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
A assembleia aclama:
Enviai o vosso Espírito Santo!
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como
requer a sua natureza.
Estando para ser entregue
e abraçando livremente a paixão,
toma o pão
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão,
pronunciou a bênção de ação de graças,
partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração..
Então prossegue:
Do mesmo modo,
no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos
e, dando graças novamente,
o entregou a seus discípulos,
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Mistério da fé!
A assembleia aclama:
Anunciamos, Senhor, a vossa morte
e proclamamos a vossa ressurreição.
Vinde, Senhor Jesus!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
CC Celebrando, pois, o memorial
da morte e ressurreição do vosso Filho,
nós vos oferecemos, ó Pai,
o Pão da vida e o Cálice da salvação;
e vos agradecemos
porque nos tornastes dignos
de estar aqui na vossa presença e vos servir.
A assembleia aclama:
Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Suplicantes, vos pedimos
que, participando do Corpo e Sangue de Cristo,
sejamos reunidos pelo Espírito Santo
num só corpo.
A assembleia aclama:
O Espírito nos una num só corpo!
1C Lembrai-vos, ó Pai,
da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro;
★ que ela cresça na caridade,
em comunhão com o Papa N.,
com o nosso Bispo N.*,
os bispos do mundo inteiro,
os presbíteros, os diáconos
e todos os ministros do vosso povo.
(*) Aqui pode-se fazer menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 149.
A assembleia aclama:
Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
CC Celebrando, pois, o memorial
da morte e ressurreição do vosso Filho,
nós vos oferecemos, ó Pai,
o Pão da vida e o Cálice da salvação;
e vos agradecemos
porque nos tornastes dignos
de estar aqui na vossa presença e vos servir.
A assembleia aclama:
Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Suplicantes, vos pedimos
que, participando do Corpo e Sangue de Cristo,
sejamos reunidos pelo Espírito Santo
num só corpo.
A assembleia aclama:
O Espírito nos una num só corpo!
1C Lembrai-vos, ó Pai,
da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro;
★ que ela cresça na caridade,
em comunhão com o Papa N.,
com o nosso Bispo N.*,
os bispos do mundo inteiro,
os presbíteros, os diáconos
e todos os ministros do vosso povo.
(*) Aqui pode-se fazer menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 149.
A assembleia aclama:
Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
2C. Lembrai-vos também, na vossa misericórdia,
dos (outros) nossos irmãos e irmãs
que adormeceram na esperança da ressurreição
e de todos os que partiram desta vida;
acolhei-os junto a vós
na luz da vossa face.
A assembleia aclama:
Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!
3C Enfim, nós vos pedimos,
tende piedade de todos nós
e dai-nos participar da vida eterna,
com a Virgem Maria, Mãe de Deus,
São José, seu esposo, os Apóstolos,
(São N.: Santo do dia ou padroeiro)
e todos os Santos que neste mundo
viveram na vossa amizade,
a fim de vos louvarmos e glorificarmos
une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
CP ou CC Por Cristo,
com Cristo,
e em Cristo,
a vós, Deus Pai todo-poderoso,
na unidade do Espírito Santo,
toda honra e toda glória,
por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
Amém.
dos (outros) nossos irmãos e irmãs
que adormeceram na esperança da ressurreição
e de todos os que partiram desta vida;
acolhei-os junto a vós
na luz da vossa face.
A assembleia aclama:
Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!
3C Enfim, nós vos pedimos,
tende piedade de todos nós
e dai-nos participar da vida eterna,
com a Virgem Maria, Mãe de Deus,
São José, seu esposo, os Apóstolos,
(São N.: Santo do dia ou padroeiro)
e todos os Santos que neste mundo
viveram na vossa amizade,
a fim de vos louvarmos e glorificarmos
une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
CP ou CC Por Cristo,
com Cristo,
e em Cristo,
a vós, Deus Pai todo-poderoso,
na unidade do Espírito Santo,
toda honra e toda glória,
por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
Amém.
RITO DA COMUNHÃO
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:Obedientes à palavra do Salvador
e formados por seu divino ensinamento,
ousamos dizer:
Ou:
ⒷRezemos, com amor e confiança,
a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
Ou:
ⒷSomos chamados filhos de Deus
e realmente o somos,
por isso, podemos rezar confiantes:
Ou:
ⒷO Senhor nos comunicou o seu Espírito.
Com a confiança e a liberdade de filhos e filhas, digamos juntos:
Ou:
ⒷO banquete da Eucaristia é sinal de reconciliação
e vínculo de união fraterna. Unidos como irmãos e irmãs,
rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:
Ou:
ⒷGuiados pelo Espírito de Jesus e iluminados pela sabedoria
do Evangelho, ousamos dizer:
Ou:
ⒷGuiados pelo Espírito Santo, que ora em nós e por nós,
elevemos as mãos ao Pai e rezemos juntos a oração
que o próprio Jesus nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Pai nosso que estais nos céus,
santificado seja o vosso nome;
venha a nós o vosso reino,
seja feita a vossa vontade,
assim na terra como no céu;
o pão nosso de cada dia nos dai hoje;
perdoai-nos as nossas ofensas,
assim como nós perdoamos
a quem nos tem ofendido;
e não nos deixeis cair em tentação,
mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Livrai-nos de todos os males, ó Pai,
e dai-nos hoje a vossa paz.
Ajudados pela vossa misericórdia,
sejamos sempre livres do pecado
e protegidos de todos os perigos,
enquanto aguardamos a feliz esperança
e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Vosso é o reino,
o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Senhor Jesus Cristo,
dissestes aos vossos Apóstolos:
Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz.
Não olheis os nossos pecados,
mas a fé que anima vossa Igreja;
dai-lhe, segundo o vosso desejo,
a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
O amor de Cristo nos uniu.
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
Irmãos e irmãs,
saudai-vos em Cristo Jesus.
Ou:
ⒷComo filhos e filhas do Deus da paz,
saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.
Ou:
ⒷEm Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs
saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
Ou:
ⒷNo Espírito de Cristo ressuscitado,
saudai-vos com um sinal de paz.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço
no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus,
o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber,
nos faça participar da vida eterna.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Cordeiro de Deus,
que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus,
que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus,
que tirais o pecado do mundo,
dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar.
Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo,
que, cumprindo a vontade do Pai
e agindo com o Espírito Santo,
pela vossa morte destes vida ao mundo,
livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue
dos meus pecados e de todo mal;
dai-me cumprir sempre a vossa vontade
e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo,
o vosso Corpo e o vosso Sangue,
que vou receber,
não se tornem causa de juízo e condenação;
mas, por vossa bondade,
sejam proteção e remédio para minha vida.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.
Ou:
ⒷQuem come minha Carne e bebe meu Sangue
permanece em mim e eu nele.
Ou:
ⒷProvai e vede como o Senhor é bom;
feliz de quem nele encontra seu refúgio.
Ou:
ⒷEu sou o Pão vivo, que desceu do céu:
se alguém come deste Pão,
viverá eternamente.
Ou:
ⒷFelizes os convidados para o Banquete nupcial do Cordeiro.
Eis o Cordeiro de Deus,
que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Senhor, eu não sou digno(a)
de que entreis em minha morada,
mas dizei uma palavra e serei salvo(a).
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo
me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo
me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
o Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.
O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.
Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 281-287.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor,
que conservemos num coração puro
o que a nossa boca recebeu.
E que esta dádiva temporal
se transforme para nós em remédio eterno.
Após A comunhão reza a oração de comunhão Espiritual .
ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL
Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Ó Deus, o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo, que oferecemos em sacrifício
e recebemos em comunhão,
e recebemos em comunhão,
nos transmitam uma vida nova,
para que, unidos a vós pela caridade que não passa, possamos produzir frutos que permaneçam. Por Cristo, nosso Senhor.
para que, unidos a vós pela caridade que não passa, possamos produzir frutos que permaneçam. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
BÊNÇÃO FINAL
Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.
Pres.: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Diác. ou Pres.: Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
℟.: Graças a Deus!
